Com
a Lei da Ficha Limpa e a resolução editada em março pelo Tribunal Superior
Eleitoral (TSE), que barra candidatos que tiveram contas rejeitadas nas últimas
disputas, a eleição municipal deste ano deverá ser a mais rigorosa já realizada.
O cerco às irregularidades, que inclui a exigência de recibos até de cabos
eleitorais, está provocando corrida sem precedentes aos escritórios de
advocacia. Interessados nos cargos de prefeito e vereador querem saber se estão
livres para concorrer, ao mesmo tempo em que procuram eliminar do páreo
adversários que têm pendências com a Justiça.
A pressão da Justiça eleitoral aumenta o conflito político, antes mesmo de iniciada a campanha. Ao chamado “terceiro turno” — ou seja, a ida aos tribunais depois de realizadas as eleições — acrescenta-se uma competição prévia. A judicialização eleitoral é criticada por advogados e até por um ministro do TSE, Arnaldo Versiani. Eles avaliam que o rigor normativo está transformando a disputa em atividade quase clandestina. |
segunda-feira, 7 de maio de 2012
PREFEITOS: FICHA LIMPA E TSE TORNAM ELEIÇÃO RIGOROSA
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